2.6.11
Estabanado.
26.5.11
Miojo e lágrimas.
19.5.11
Medida.
14.5.11
Prazer, meu nome é Saul
Confesso que aconteceu há muito tempo. Não me lembro a data exata porque as datas me fogem.
Mas faz tempo que quis Maria. Desde a primeira vez que a vi.
Maria tem um jeito de andar, meio frágil, inigualável. Me lembro que tive vontade de dar colo, tamanha fragilidade.
Espiava ela de longe. Tinha um pouco de medo. Afinal, a timidez é minha sombra.
Mas gostava de espia-la.
Sonhava um dia colocá-la no meu colo.
Um dia sonhei que tava numa colina íngrime. Estava no alto dela. Maria passeava procurando alguma coisa no chão. Não me importava o que era. Me importava contempla-la.
No corte seco do sonho, ela estava deitada em meu colo. Nós dois na colina. Eu mexendo em sua cabeça. Ela adormecida. Esse foi um sonho.
Na realidade, sempre achara impossível a concretização desse sonho. Maria parecia inatingível. Intocável. Inatingível.
Então, descobri que acabara de chegar um forasteiro na cidade que havia cortejado Maria quando ela passeara no estrangeiro. Um estrangeiro?
- O que eles tem demais ou a mais, Saul?! - me disse um amigo.
Perdão, esqueci de me apresentar. Meu nome é Saul.
É um nome bíblico mas não sou religioso. Talvez espirituoso.
Não sei a magia que tem um estrangeiro.
Mas respeitei Maria e deixei de espia-la.
Fugi de seus olhares.
Evitei seu cheiro.
Transformei Maria numa amiga querida.
E se passaram longos meses...
Até que o estrangeiro foi embora.
Continua...
2.5.11
Algumas considerações
Então...
24.3.11
Te dou meus anjos

16.3.11
Exercício de paciência
23.1.11
A volta
24.12.10
31.10.10
Justifico meu NÃO-VOTO
24.10.10
18.10.10
E eu...
5.10.10
Duvido.
22.9.10
Talvez um dia.
6.8.10
Cá entre nós
19.7.10
Por mais que voce nao queira ouvir meu nome, eu rezo pro seu todos os dias.
Por mais que dois oceanos nos separem, todos nao lavam minha culpa.
Por mais que vc tente me esquecer, eu lembro do seu rosto todo dia.
Por mais que o teclado nao tenha acento, eu escrevo mesmo assim.
Por mais que tudo, mais que nada...
18.7.10
Talvez?
Tem tamanho?
Ou tem cor?
Sabor, talvez?
Tem textura?
O que e' que a gente sente?
Quanto tempo dura?
Como se fala sobre o que a gente sente?
Deve-se falar?
Ou deve-se sentir o que se sente?
E quando teclado nao tem acento?
o que a gente faz?

